Estado literário escreve torto com linhas tortas

Na abertura da FLIP (a feira de literatura que ocorre em Paraty, no Rio de Janeiro), a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, anunciou um investimento roubo por parte do governo para financiar escritores ruins.

De acordo com o governo, vende-se poucos livros de brasileiros no exterior. Para que a “nossa” cultura seja mais lida em outros países o governo tirará do povo 12 milhões de reais para financiar a tradução de livros nacionais para outras línguas.

O irmãozinho dela não deve estar vendendo muito bem. Tadinho do Chico Buarque, não recebeu todo o sucesso com seus livros e agora sua irmã o ajudará a ter suas obras traduzidas.

É preciso frisar que o assalto é imoral, independente de quais livros serão traduzidos. Não há diferença se é um Machado de Assis ou uma Bruna Surfistinha, o governo não tem nada a ver com mercado literário. Fora do Brasil já se consome literatura nacional, como o Paulo Coelho. E independente se o “mago” escreve bem ou não, ele faz dinheiro com suas letras sem impor seus escritos aos outros.

Cada dia mais vemos o governo controlando nossa cultura com seus incentivos ridículos no cinema, literatura, pintura, arquitetura, escultura. Artistas do Brasil, libertai-vos!

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