Culpado! Por que? Por se defender.

Penso que a maioria das pessoas já assistiu o filme Esqueceram de Mim, estrelado por Macaulay Culkin. Nele, um garoto é esquecido em casa sozinho, durante o natal, pelos seus parentes. Ladrões percebem o alvo fácil e tentam roubar a casa. O que os foras-da-lei não contavam é com a astúcia do garoto em construir armadilhas para defender a propriedade da família.

Se isso acontecesse na vida real, e alguma armadilha contra ladrões matasse um ladrão, o feitor da engenhoca deveria ser preso por matar o invasor? Obviamente que não. A defesa da propriedade contra invasores é agir em legítima defesa. O ladrão invadiu, iniciou agressão, então o dono pode se defender da agressão iniciada.

Entretanto, não é isso que aconteceu em Formosa (GO). Um proprietário, cansado de ser assaltado inúmeras vezes, fez uma armadilha digna dos filmes hollywoodianos. O ladrão invadiu novamente sua casa e morreu com um tiro de doze no peito. De acordo com o UOL, o dono da casa e feitor da engenhoca, responderá o crime em liberdade.

É um absurdo um país onde exercer o direito de se proteger seja crime. Para nós do LIBER o lema da invasão de propriedade deveria ser: “No trespassing. Violators will be shot” (Não entre: invasores levarão tiro). Esta é a proposta para diminuir a violência que cresce cada vez mais neste país. E ainda querem desarmar a população.

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Estado literário escreve torto com linhas tortas

Na abertura da FLIP (a feira de literatura que ocorre em Paraty, no Rio de Janeiro), a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, anunciou um investimento roubo por parte do governo para financiar escritores ruins.

De acordo com o governo, vende-se poucos livros de brasileiros no exterior. Para que a “nossa” cultura seja mais lida em outros países o governo tirará do povo 12 milhões de reais para financiar a tradução de livros nacionais para outras línguas.

O irmãozinho dela não deve estar vendendo muito bem. Tadinho do Chico Buarque, não recebeu todo o sucesso com seus livros e agora sua irmã o ajudará a ter suas obras traduzidas.

É preciso frisar que o assalto é imoral, independente de quais livros serão traduzidos. Não há diferença se é um Machado de Assis ou uma Bruna Surfistinha, o governo não tem nada a ver com mercado literário. Fora do Brasil já se consome literatura nacional, como o Paulo Coelho. E independente se o “mago” escreve bem ou não, ele faz dinheiro com suas letras sem impor seus escritos aos outros.

Cada dia mais vemos o governo controlando nossa cultura com seus incentivos ridículos no cinema, literatura, pintura, arquitetura, escultura. Artistas do Brasil, libertai-vos!